A COMUNICAÇÃO ENTRE O TERAPEUTA E A CRIANÇA NA LUDOTERAPIA CENTRADA NA CRIANÇA

Taciane Marques Castelo Branco

“Existe através do universo um misterioso e desconcertante vínculo de comunicação.”

(Carl Rogers apud Rogers et all,1983,11)

Doster (1996) afirma que a ludoterapia na Abordagem Centrada na Pessoa é uma postura apropriada para atendimento psicoterapêutico de crianças, pois contém as atitudes terapêuticas necessárias para o crescimento: a compreensão empática, a congruência e a aceitação positiva incondicional.

Quais os métodos que servem melhor para trabalhar com crianças? Um dos componentes principais que deve ser levado em consideração é o da comunicação. Para melhor se comunicar com crianças deve-se encontrar uma linguagem comum. A linguagem natural da criança é brincar. Landreth (1987) enfatiza o valor da ludoterapia quando declara:

“até as crianças atingirem um nível de facilidade e sofisticação com a comunicação verbal que lhes permita se expressarem completamente e efetivamente aos outros, o uso dos materiais de brincar é obrigatório, se comunicação significante tiver de acontecer entre a criança e o terapeuta.” (Landreth,1987,255)

Parece, então, que não é uma questão de se o terapeuta deve usar a ludoterapia, mas de como a ludoterapia deverá ser usada. Chateau (1987), diz que “uma criança que não sabe brincar, será um adulto que não saberá pensar” (p.14).

De acordo com Gumaer (1984) é:

“através da brincadeira que as crianças ganham a segurança e a auto-confiança necessárias para expressarem emoções subjacentes e tentarem novas maneiras de pensar e ser.” (Gumaer,1984,58)

O ato de brincar, o jogo, a história, ou o “faz-de-conta” ajuda a criança a compreender o mundo, a vida e a si mesma. Através dele ela ensaia compreensões, pondo em prática o que se passa internamente a ela, o que percebe, o que sente, o que pensa; é uma via de elaborações. O ato de brincar é a linguagem típica da criança, é a sua fala. O brincar implica em movimento. Chateau (1987), considera que o brinquedo é “o trabalho, o bem, o dever, o ideal da vida. É a única atmosfera na qual seu ser psicológico pode respirar e, conseqüentemente, pode agir. A criança é um ser que brinca, e nada mais” (p.13-14). Teani (1998), ludoterapeuta infantil desta abordagem, diz que a criança que não brinca pode estar apresentando entraves em seu fluxo experiencial e, portanto, em seu desenvolvimento emocional e global. Brougère (2000), afirma que através do uso dos brinquedos a criança dispõe de um acervo de significados. “A criança confere significados ao brinquedo, durante sua brincadeira” (p.9).

A ludoterapia encoraja as crianças com problemas a mostrarem suas emoções difíceis tais como medo, ansiedade e culpa através dos brinquedos, permitindo-lhes distanciarem-se dos acontecimentos e experiências traumáticos que elas acham muito dolorosos para lidar diretamente (Axline,1948; Landreth,1993). Aceitando a criança inteira, com suas questões difíceis e problemas, durante o momento que os manifesta na brincadeira, a criança permanecerá se sentindo segura e em autonomia. Naturalmente,

“…agindo através do jogo, ou talvez, mudando e invertendo o resultado na atividade deste jogo, as crianças mudam em direção à resolução interna, sendo mais capazes de enfrentar ou se ajustar aos problemas.” (Landreth,1993,17)

O terapeuta aceita e responde à atitude da criança no jogo, refletindo e repetindo os sentimentos, pensamentos e atitudes expressos (Gumaer,1984). O papel da ludoterapia centrada na criança é identificar as emoções particulares que são importantes no jogo e na história da criança, assim facilitando a essa criança reconhecer e expressar ativamente uma grande variação da emoção humana.

Tornou-se óbvio que o terapeuta de hoje não pode depender somente de habilidades verbais. Thompson & Rudolph (1992) mencionam que “um dos maiores desafios na psicoterapia infantil é lidar com as habilidades verbais pouco desenvolvidas das crianças” (p.196). Se o brincar é a forma de comunicação natural da criança, ela deve ser incorporada dentro dos recursos do terapeuta. Brincar permite a um adulto altamente verbal interagir com uma criança que ainda está aprendendo a se expressar. A interação entre adulto e criança dá a oportunidade para a confiança ser estabelecida. Este elemento é crítico se o terapeuta tiver que desenvolver uma relação com a criança. Deve haver um nível de bem-estar, dentro do qual a criança se sinta livre para se comunicar. Corsini, em 1984, (apud Gobbi & Missel,1998) diz que:

“enquanto as crianças não conseguem descrever facilmente seus pensamentos e sentimentos de forma clara para o terapeuta, são freqüentemente capazes de ‘mostrar’ suas concepções, experiências, desejos e temores através do brinquedo.” (Gobbi & Missel,1998,98)

Através do processo de brincar, o terapeuta pode ajudar as crianças a entenderem seus sentimentos e atitudes. Além do mais, a brincadeira proporciona à criança oportunidades de desenvolver e praticar novos e mais produtivos comportamentos que podem ser aplicados na vida diária (Campbell,1993). A oportunidade de explorar atitudes diferentes em um ambiente seguro garante que a criança tenha uma experiência bem sucedida. Os terapeutas podem facilitar mudanças positivas em uma criança e suas atitudes, provendo uma relação construída sobre confiança e um ambiente onde a criança se sinta segura para explorar suas idéias e sentimentos. Landreth (1993) diz que:

“numa relação caracterizada pelo entendimento e aceitação, o processo de brincar permite às crianças considerarem novas e únicas possibilidades, assim, expandindo muito o entendimento de seu mundo interno.” (Landreth,1993,21).

De acordo com Guerney (1983), “o mais valioso na ludoterapia é a habilidade do terapeuta em compreender o sentimento manifestado pela criança através de sua brincadeira” (p.32). Enquanto a criança brinca o terapeuta reflete suas atitudes, pensamentos e sentimentos.

A terapia não-diretiva ou ludoterapia centrada na criança não faz nenhum esforço para controlar ou mudar a criança e é baseada na teoria de que o comportamento da criança é sempre causado por um acionamento para auto-realização completa. A experiência de brincar é terapêutica porque proporciona uma relação segura na qual a criança está livre para se expor em seus próprios termos, exatamente, como ela é naquele momento, em seu próprio modo e tempo (Axline,1947;Moon,2000a).

Muitas vezes as atitudes das crianças são indicações de sentimentos não manifestados, os quais necessitam ser compreendidos. Este papel de brincar permite à criança se “remover” de uma situação atual e adquirir uma nova perspectiva. Simulando através da brincadeira uma experiência ou situação assustadora ou traumática, e talvez mudando ou invertendo o resultado na atividade de brincar, as crianças são capazes de ir em direção a uma resolução, e assim, serão mais capazes de enfrentar ou se ajustarem aos problemas (Landreth,1993). Brincar é um processo terapêutico que pode ser usado para reconstruir pensamentos que estejam negativos.

Landreth (1993) afirma que “a ludoterapia proporciona uma saída para a expressão segura de sentimentos” (p.25). A criança necessita de oportunidade para não somente expressar seus sentimentos, mas para se sentir segura ao fazer isso. Ela precisa saber que seus sentimentos são aceitáveis e apropriados. Dando-lhes oportunidade, as crianças têm a dádiva da comunicação honesta, franca (Axline,1972). Empenhando-se no processo de brincar em um ambiente de aceitação, cuidado e segurança, as crianças são capazes de desenvolver completamente suas personalidades. Este desenvolvimento do eu possibilita o crescimento.

A brincadeira não é somente uma forma apropriada de comunicação, é também vista como uma experiência de aprendizado para as crianças (Landreth,1987). Ainda sobre o valor da brincadeira na ludoterapia, Campbell (1993), afirma que:

“quando usada dentro do contexto de uma relação não-diretiva, na ludoterapia centrada na criança, a brincadeira oferece à criança a oportunidade de resolver questões que podem interferir com o desenvolvimento emocional e social e, conseqüentemente, com o progresso acadêmico.” (Campbell,1993,15)

No seu livro intitulado “Dibs in search of self” – “Dibs em busca de si mesmo” (1986/1964), Virginia Axline diz sobre a ludoterapia:

“o valor terapêutico deste tipo de ajuda psicológica é baseado na experiência da própria criança, como um ser capaz, como uma pessoa responsável em um relacionamento que tenta comunicar-lhe duas verdades básicas: que ninguém conhece realmente tanto do mundo interior de um ser humano quanto o próprio indivíduo; e que a liberdade responsável cresce e se desenvolve a partir do interior da pessoa.” (Axline,1986,87)

Moon (2000b) sugere que o bom ajustamento nas crianças é resultado de se sentirem capazes de olhar honestamente para si próprias, de se aceitarem e de se sentirem suficientemente auto-confiantes para, a partir de suas vontades próprias, agirem de uma maneira que seja congruente com o seu processo de auto-realização. Em contraste, as crianças que exibem problemas são aquelas que não são auto-confiantes ou não conhecem o suficiente a si próprias para agirem de maneira que contribuam positivamente em seu processo de auto-realização. É comum para os pais ou responsáveis e para professores da criança, rotularem negativamente suas ações, criando uma auto-imagem para a criança que não está consistente, originalmente, com seu sentimento verdadeiro. A inconsistência resultante no auto-conhecimento posterior dificulta as possibilidades de ajuste da criança.

O objetivo primário na ludoterapia não é resolver o problema, mas ajudar a criança a crescer. Como afirma Axline (1986) “a criança deve, antes de tudo, aprender a respeitar-se a si mesma e a experimentar um sentimento de dignidade que desabrocha do seu crescente auto-entendimento” (p.87). Teani (1998) cita os objetivos seguintes:

“que a criança recupere sua capacidade natural de experienciar, produzindo simbolização mais correta para seu vivido, sendo este um processo totalmente referendado pelo seu organismo, como fonte confiável de sabedoria; que a partir de uma maior liberdade para experienciar, a vida da criança retome, de forma mais plena, sua tendência para um fluir constante, aspecto natural em todo o decorrer da vida de qualquer ser humano, mas de importância redobrada nesta fase, a infância, em que o desenvolvimento é muito intenso.” (Teani,1998,4)

O fato da criança apresentar experiências vividas impossibilitadas de serem simbolizadas, ou simbolizadas de forma inadequada, por distorção ou negação, parece ser crucial para o estabelecimento de um estado geral de ansiedade e insegurança. E o mais diverso leque de problemas pode ser gerado por estados como estes, como, por exemplo: comportamentos agressivos, birras, dificuldades de concentração, dificuldades no estabelecimento de relações humanas. Quando há a falta de simbolização adequada, ou seja, que se dê como uma extensão natural do vivido, há uma necessidade de que esta simbolização se dê.

A relação formada entre o terapeuta e a criança é de grande importância. Kottman & Schaefer (1993), ludoterapeutas desta abordagem, afirmam que:

“o objetivo é criar uma relação na qual a criança se sinta protegida e segura o suficiente para experienciar todas as suas emoções. A criança tem a mesma necessidade básica do adulto, a necessidade de auto-realização. Então, o terapeuta deve proporcionar uma relação terapêutica na qual ela possa experienciar completamente todas as partes de seu eu.” (Kottman & Schaefer,1993,57).

A ludoterapia é uma oportunidade da criança vivenciar livremente seu fluxo experiencial. É um processo através do qual a criança vai se sentindo, cada vez mais, com liberdade para experienciar, vivendo cada vez mais plenamente, suas experiências. Tudo isto lhe proporciona a aquisição ou desenvolvimento de um maior sentido de ser, de existir, e de ser valorizada por isto. Então, ela, para Teani (1998), comumente, torna-se mais livre e segura, para viver cada novo momento de sua vida pela novidade e possibilidade de transformação, aprendizagem, que tem como potencial.

É um processo que se dá através da relação humana que se desenvolve entre o terapeuta e a criança, e da intersubjetividade que se faz presente, dos sentidos que desta relação emergem. E esta relação humana formada entre ambos, é de um tipo específico, onde a criança é valorizada pelo que está sendo no momento. O terapeuta expressa atitude, de profundo respeito para com ela, através da compreensão empática, da congruência e da aceitação positiva incondicional. Ele busca conciliar esta atitude básica com o ser um outro, que entra numa relação dialógica (Teani,1998), de pessoa-a-pessoa, com a criança; sendo para ela alguém transparente, que vive aquele momento com ela pelo que houver entre eles; fazendo-se presente para esta criança, como diria Buber (1982) e Advíncula (1991), num movimento básico de voltar-se-para-o-outro. E, quanto mais este tipo de comunicação se fizer presente entre os dois, existindo de ambos os lados, maior a chance de ocorreram mudanças construtivas.

A relação interpessoal com o terapeuta é uma possibilidade de que novas experienciações ocorram. Estar com uma outra pessoa, e, no caso, a pessoa do terapeuta que trabalha com a Abordagem Centrada na Pessoa, com seu jeito peculiar de estar com o cliente (Wood,1997), possibilita a emergência de simbolizações, na medida em que a criança pode se dizer, experimentando, com isto, uma fala autêntica, como diria Amatuzzi (1989).

Na ludoterapia, esta relação dialógica, se dá, principalmente, quando o terapeuta interage com a criança na situação de brinquedo: brincando com ela. E ao brincar a criança se fala. A relação com este outro que é o terapeuta, experienciar com ele, ou seja, viver um processo interno concreto ao estar com o terapeuta, torna presente na vida da criança este modo de vivenciar. Significa, ao mesmo tempo, algo importante vivido com alguém e a aprendizagem de uma nova forma de ser.

Kottman & Schaefer (1993) resumem a teoria da ludoterapia centrada na criança na relação terapêutica. Ela é apresentada em proposições mostradas por Rogers (1957):

“(1) Cada criança vive em um mundo de experiência continuamente em mudança, onde ela é o centro; (2) a criança reage ao campo experiencial como o campo é percebido – este campo de percepção é ‘realidade’ para a criança; (3) a criança responde como um todo organizado ao campo experiencial; (4) a criança tem necessidades básicas: auto-realização, auto-direcionamento e auto-atualização; (5) o comportamento é melhor entendido a partir da estrutura interna de referência da criança; (6) gradualmente uma parte do campo de percepção se torna o eu.” (Kottman & Schaefer,1993,7-9)

Taft (1933) e Allen (1942), ludoterapeutas contemporâneos de Virginia Axline nesta abordagem, enfatizam a necessidade de ajudar a criança a definir a si própria em relação ao terapeuta. A hora terapêutica é concebida como uma experiência concentrada de crescimento. Nela, a criança aos poucos poderá perceber-se como uma pessoa separada que, em si própria, é uma fonte de forças, e que, mesmo assim, poderá existir numa relação em que a outra pessoa seja admitida com suas características próprias. Das várias orientações terapêuticas, a “Terapia da Relação” de Otto Rank (1945) parece ser a mais próxima da Abordagem Centrada na Pessoa.

Se o propósito do terapeuta é ajudar a criança a crescer como indivíduo, é sua responsabilidade fazer tudo o que puder para comunicar-se com esta criança. Campbell (1993) afirma que:

“se ela é chamada de ludoterapia ou psicoterapia através da brincadeira, parece que muitos dos que trabalham com crianças podem concordar que o desenvolvimento das crianças em termos de linguagem e o desenvolvimento afetivo-emocional torna o uso dos brinquedos necessário para a comunicação máxima e deste modo ocorrer a psicoterapia.” (Campbell,1993,13)

Virginia Axline (1972) diz:

“nós nunca sabemos o quanto do que oferecemos às crianças é aceito por elas, cada uma com sua própria maneira de ser, se tornando uma parte das experiências com as quais elas aprendem a enfrentar os seus mundos.” (Axline,1972,78)

É este desconhecido que exige que continuemos a procurar caminhos para uma comunicação mais total com a criança. O mundo da criança é um mundo de realidades concretas, e suas experiências são freqüentemente comunicadas por intermédio da brincadeira. Pode-se conceber o brincar como tendo a função de símbolo, cuja interação com o que concretamente se passa com a criança, propicia a formação de novos significados, conceitualizações, a respeito de si mesma; e, assim, a oportunidade de ir adiante em sua experiência, colocando-a em movimento interior.

O brincar é uma manifestação da forma predominantemente concreta de pensar da criança, que ainda não é simbólica, no nível de abstrações. É assim que ela pensa, avança na consciência de si. Isto faz do trabalho psicoterápico com crianças um espaço fecundo de integração, onde o corpo e o que se faz com e através dele constitui-se em rica fonte de significados (Teani,1998). Trabalhar com crianças implica no psicoterapeuta ter, ou desenvolver, a capacidade de se comunicar corporalmente e de ter grande abertura para a experienciação, estar presente com especial inteireza para a criança. Quanto mais o terapeuta tiver disponibilidade para isto, maior a probabilidade de se co-experienciar na relação, e, portanto, de mudanças profundas ocorrerem.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Trabalho apresentado no XI Encontro Latino-Americano da Abordagem Centrada na Pessoa, em Socorro, São Paulo – Brasil, de 13 a 19 de outubro de 2002.

Psicóloga. Mestre em Psicologia Clinica pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Professora da disciplina “Psicoterapias: Teorias e Técnicas II – Psicologia Humanista Fenomenológico-Existencial”, na Universidade do Vale do Sapucaí – UNIVÁS, em Pouso Alegre-MG.

Apresentado no XI ENCONTRO LATINO-AMERICANO DA ACP – Socorro – Brasil – Out/2002