A teoria do desenvolvimento humano segundo Freud e Rogers

Sonia Maria Lima de Gusmão

INTRODUÇÃO

Freud e Rogers são representantes de duas forças na psicologia: a Psicanálise e a Psicologia Humanística. Também são os criadores de duas abordagens psicológicas de grande repercussão e como tal, deixaram nos trabalhos que legaram à humanidade a marca de suas personalidades e das influências que sofreram de suas culturas.

A Psicanálise dc Freud. foi influenciada pela física newtoniana. pelo cartesianismo e pela época vitoriana. A Abordagem Centrada na Pessoa de Carl Rogers é marcantemente holística e fenomenológica e fruto de uma cultura mais aberta sexualmente e democrática.

Suas teorias do desenvolvimento humano refletem, como não poderia deixar de ser essas influências Assim a necessidade de dividir o desenvolvimento humano em fases, comum a Freud se contrapõe a percepção global desse mesmo desenvohimento em Rogers. Do mesmo modo, a ênfase que é dada por Freud aos aspectos sexuais fruto de uma cultura reprimida sexualmente, inexiste em Rogers.

Mas não obstante suas percepções divergentes o conduzirem a teorizações diferentes a respeito dos fenômenos humanos, ambos contribuiram de maneira decisiva para uma maior compreensão do homem e para o avanço da psicologia sobretudo da psicologia clínica.

Sigmund Freud: Psicanálise

Como se sabe a motivação sexual, foi muito enfatizada por Freud, particularmente, nos seus primeiros trabalhos. Vejamos o que diz o Vocabulário de Psicanálise a respeito:

Na experiêncía e na teoria psicanalítica. sexualidade não designa apenas as atividades e o prazer quc decorrem do funcionamento do aparelho genital, mas toda uma série de excitações e de atividades presentes desde a infância, que proporcionam um prazer irredutível a satisfação de uma necessidade fisiológica fundamental (respiração, fome, função de excreção, etc) . e que se encontram a título de componentes na chamada forma normal de amor sexual. [2]
Na sua teoria do desenvolvimento humano. Freud considerou o critério afetivo, que corresponderia ao comportamento do indivíduo frente aos seus objetos de prazer e dividiu esse desenvolvimento em fases sucessivas, atribuindo a cada uma delas um nome ligado a parte do corpo que parecia dominar o hedonismo naquela ocasião. Todo o desenvolvimento seria marcado por essas fases. que se caracterizariam. sobretudo pela mudança do que é desejado em cada uma e pela maneira como esses desejos são atingidos.

Consideradas como fases pré-genitais, temos: a fase oral, que vai desde o nascimento até o desmame, por volta de um a dois anos de idade, aproximadamente; a fase anal, que se inicia em torno de dois e três anos de idade; e a fase fálica, que tem o seu apogeu em torno dos cinco anos, em média, o que coincide com o término do complexo de Édipo. Todavia, é bom salientar que o tempo de cada fase é menos importante que as transformações que ocorrem em cada uma dessas etapas durante o desenvolvimento do individuo.

A partir daí, as fases pré-genital se extinguem e a criança entra no período de latência, permanecendo nele até os doze ou treze anos em média quando entra na puberdade e sofre todo o processo de transformações biológica e psicológica que a preparam para a fase adulta ou genital do desenvolvimento psicossexual.

Na fase oral, grande parte da energia sexual é direcionada para os lábios e a língua, tornando-a portanto, a primeira zona erotogênica, uma vez que é esta a primeira parte a ser dominada pela criança. Nela o prazer está associado, inicialmente, ao processo de se alimentar. Em seguida, essa energia é grandemente direcionada para o ânus, que passa a ser a nova zona de prazer: o ato de defecar ou reter as fezes passa a provocar prazer sexual Posteriormente, a criança entra na fase fálica, cuja zona erotogênica é formada do pênis ou do clitóris. Segundo Freud, essa fase é caracterizada de fálica porque nesse período do desenvolvimento – em torno de três ou quatro anos – ela se dá conta do seu pênis ou da sua ausência nas meninas. Estas três fase constituem as fases pré-genitais da sexualidade e o prazer obtido auto-erógeno.

O período de latência ocorre quando a sexualidade pré-genital se extingue. O jovem em maturação apresenta uma vida sexual quase que exclusivamente limitada as suas fantasias e passa a dedicar-se mais as atividades culturais. O retardo da maturação sexual é, de certo modo, uma garantia contra o incesto, pois esta só deverá ocorrer quando a criança tiver condições de respeitar o tabu cultural defendido pela sociedade.

Na fase adulta ou genital do desenvolvimento os impulsos sexuais são despertados pelas mudanças hormonais que ocorrem no organismo do púbere. “Nesse estágio, idealmente, a sexualidade. abrangendo as três zonas pré-genitais e a afeição podem ser combinada”[3] Esta fase atinge a sua plenitude por volta dos dezessete e dezoito anos.

Segundo Freud, o núcleo da neurose é o complexo de Édipo. Para ele, todo menino. em torno de quatro a cinco anos, deseja. inconscientemente. possuir sua mãe e, de algum modo, eliminar seu pai. Mas o temor que sente pelo seu pai e o medo de ser castrado, o reduz a um ser “assexuado”. Esse medo da castração anula definitivamente o complexo de Édipo e os dois (complexo de Édipo e de castração)[4] representam o ápice do desenvolvimento da sexualidade infantil.

De fato, como os desejos incestuosos não são tolerados na maioria das sociedades, o complexo de Édipo não tem outro fim senão o de ser vencido, pelo menos parcialmente pelo complexo de castração.

A ansiedade da castração, o temor e o amor pelo seu pai e o amor e o desejo sexual por sua mãe não podem nunca ser completamente resolvidos. Na infância. todo o complexo é reprimido. Mantê-lo inconsciente, impedi-lo de aparecer. evitar até mesmo que se pense a respeito ou que se reflita sobre ele – essas são algumas das primeiras tarefas do superego em desenvolvimento.[5]

Vale salientar que para Freud o comportamento ulterior que o indivíduo viesse a apresentar – quer normal quer patológico – só seria explicado a partir do histórico das fases de organização provisória do seu desenvolvimento psicossexual.

E a estreita sujeição do desenvolvimento geral ao desenvolvimento libidinal explica este corolário inevitável na idade adulta um distúrbio funcional, na esfera genital, está necessariamente vinculada a perturbações do comportamento de ordem afetiva e inversamente as perturbações psico-afetivas fazem-se acompanhar sempre de um comportamento sexual característico. [6]

Freud comparou o desenvolvimento psicossexual a um exército que avança deixando em cada fase algumas tropas. Todavia para que esse exército não se enfraqueça é fundamental que esse número não seja elevado (fixação num estágio). Sempre que o prazer for frustrado ou exagerado, numa determinada fase. pode ocorrer a fixação. Por outro lado, como foi dito, a forma como cada fase foi vivenciada é determinante no comportamento futuro do indivíduo, como se expressa Kline:

Se o complexo de castração for dominante o homem pude vir a ter medo das mulheres Assim, a visão de genital sem pênis ativa o complexo de castração, assim como a idéia da menstruação. Para esses, então, o homossexualismo é a solução.

Podem-se ver resultados semelhantes em mulheres. Assim, deve-se esperar que a negação da inveja do pênis leve afirmação de que as mulheres são tão boas quanto os homens, se não superiores, que clitóris é superior ao pênis como instrumento de sexualidade, que os homens não podem reagir as mulheres tão bem como as mulheres a eles. Na verdade, toda a panóplia do feminismo moderno, com sua ênfase no lesbianismo e na masturbação (Por exemplo Irigaray, 1974) pode ser vista como uma negação da inveja do pênis. [7]

Em resumo, podemos dizer que o modelo do desenvolvimento psicossocial proposto por Freud, considera que haja nos primeiros anos de vida uma progressão de experiências relacionadas com o desabrochar biológico-sexual do individuo e que ele seria. para sempre afetado por essas experiências sexuais infantis. Particularmente, com relação ao complexo de Édipo, pois este tem se constituído, ao longo da história da psicanálise, no ponto central de referência da psicopatologia. Os psicanalistas procuram determinar, a partir dele, nos diversos tipos patológicos, os modos de sua posição e de sua resolução.

CARL RANSON ROGERS: ABORDAGEM CENTRADA NA PESSOA

Ao estudarmos a obra de Rogers verificamos o destaque que é dado a globalidade do ser. Sua teoria de personalidade, longe de conceber o indivíduo como um conjunto de partes, prima pela concepção holística.

Dentro dessa perspectiva, não vamos encontrar, em sua obra, ênfase para os aspectos sexuais ou outros quaisquer, sendo a experiência organísmica a fonte primária do autoconhecimento, como veremos mais adiante.

Carl Rogers embora concorde que existe algo de verdadeiro na teoria do desenvolvimento, de Freud, considera que o mesmo sofreu fortes influências de sua época ao enfatizar o aspecto sexual na sua teoria, Acha um tanto artificial a divisão do desenvolvimento da criança em estágios definidos, como o fez Freud. Todavia, concorda com ele quanto a influência que o individuo sofre das pessoas significativas que o cercam no início de sua vida e no decorrer do seu desenvolvimento, conduzindo-o à introjeção de atitudes, valores e percepção destas. Mas, enfatiza o desenvolvimento do conceito do eu durante o crescimento. Para ele, o desenvolvimento gradual da auto-imagem na criança é mais importante do que focalizar apenas o seu aspecto sexual.

O uso de registro da sessões tornou claro, para ele e sua equipe, as diversas mudanças ocorridas no autoconceito do cliente no decorrer da sua terapia, A parir dai, o “individuo com problemas (passou a ser visto) como uma pessoa cujo autoconceito se havia estruturado de forma incongruente – em desacordo com sua experiência global.”[8]

Segundo Roger, como já resumimos anteriormente [9], a partir da discriminação de experiências vivenciadas, no seu campo vital ou fenomênico, como sendo descritivas de si mesma, a criança vai formando o seu autoconceito, que tornar-se-á, mais tarde, “uma gestalt conceitual organizada e coerente”[10]

Como o amor e a atenção proporcionado, pelas pessoas que lhe são significativas são condicionais, e como esse amor e essa consideração lhe são essenciais, ela se vê obrigada a abrir mão de seus próprios valores organísmicos[11] e a introjetar alguns dos valores dessas pessoas como se fossem seus próprios valores. Passando a ser, portanto o eu que querem que ela seja e não o eu que ela é de fato. É evidente que isso tem um preço quando valores “alienígenas são incorporados ao autoconceito da criança, como se fossem seus próprios valores organísmicos, instala-se a automentira. Agora, sempre que essas concepções entrarem em conflito com a sua experiência, ela tenderá a anular seus próprios processos de experiência para ser ‘rigidamente’ o eu que querem que ela seja. E nesse momento, por ter se fechado à própria experiência, não fluirá plenamente, E será enganosamente feliz.

A percepção da realidade é influenciada pelo seu autoconceito, e o seu comportamento será adequado ou mal-adequado, de acordo com o caráter realista ou não do seu eu. No entanto, a nível da subpercepção[12], toda e qualquer experiência é captável, mesmo que não tenha consciência dela. Existe uma sabedoria no organismo que supera o saber meramente cognitivo e que interfere, igualmente no comportamento “Nós sabemos emocionalmente coisas que não sabemos cognitivamente”[13].

Vale ressaltar que e eu exerce uma função seletiva sobre todo o material da experiência, Assim, alguns fenômenos são ignorados por não se relacionarem com o eu; não tendo portanto, significado para este. Outros fenômenos são simbolizados à consciência, uma vez que, estando de acordo com o eu, não exercem qualquer ameaça sobre o mesmo, Outras experiências são negadas ou distorcidas porque sendo incompatíveis com o eu, ameaçam a percepção organizada do mesmo: para aceitá-las o individuo teria que mudar o seu autoconceito. Estando a gestalt do eu firmemente organizada e não sendo percebido elementos contraditórios no campo fenomenológico a auto- estima está garantida. “O eu pode ser visto como valioso e aceito, e a tensão consciente será mínima. O indivíduo se percebe funcionando adequadamente.”[14]

Idealmente, o organismo está sempre se esforçando por se realizar (…) Quando o ‘eu’ está consciente do que acontece no organismo, vai se transformando, crescendo e se desenvolvendo justamente com o organismo. São os aspectos estáticos do ‘eu’ que constituem o desajuste, na maior parte dos casos. (…) Um exemplo perfeito é o caso de um rapaz que conheci há muito tempo. Fora educado num lar severamente religioso. Não tinha nenhuma sensação ou desejo sexual fazendo parte de sua auto-imagem. Eu o encontrei porque fora preso por levantar a sai de meninazinhas. Em outras palavras, seu organismo estava experimentando todo tipo de curiosidade e desejo sexual, mas isso não estava incorporado de forma nenhuma em sua auto-imagem. Quando foi preso, disse que não podia ter sido ele, que ele não podia ter feito aquilo. Em sentido estritamente técnico, sua auto-imagem não podia fazê-lo e não o fez. Nesse sentido ele tinha razão, pois era o seu organismo que estava sentindo todos aqueles impulsos e agindo movido por eles, Ora, para passar disso para um quadro de ajustamento, era preciso que ele tivesse consciência de seu impulso sexual e o aceitasse tanto quanto qualquer outro aspecto de si mesmo, Aí, a imagem de si mesmo corresponderia ao que estava acontecendo dentro do seu organismo e eu diria, então, estaria mais próximo do ajustamento psicológico. [15]

O comportamento do individuo toma-se descontrolado quando a estrutura organizada do eu não é eficiente no atendimento de sua necessidade ou quando este percebe em si algumas incoerências. Se o desacordo entre o eu e a experiência organísmica for muito grande, a tendência atualilizante passa a ter um papel confuso ou dividido.

O que é comumente chamado de comportamento neurótico é o produto dessa associação na tendência para a realização. O individuo procura comportar-se de modo coerente com o seu auto conceito. Mas o comportamento neurótico – que é o ser total da pessoa tentando satisfazer suas necessidades – é incompreensível até para o próprio individuo, uma vez que não está em harmonia com o que este conscientemente quer fazer – realizar um eu que não está mais conguente com sua experiência [16]

A abordagem centrada na pessoa acredita que o comportamento neurótico é resultante da dissociação na tendência atualizante, que ora apóia o eu, intensificando o autoconceito da pessoa, ora, apóia as necessidades organísmicas do indivíduo que podem estar completamente em desacordo com os desejos conscientes do indivíduo.

Podemos dizer que, quanto mais valores o indivíduo introjetar, mais ele se distanciou de sua própria experiência. Tal alienação, fê-lo desenvolver um autoconceito rígido que, por sua vez, responsável pela inadequação do seu comportamento social.

Um clima seguro (como o que é proporcionado pela psicoterapia), passível de autenticidade, aceitação incondicional e compreensão empática, permitirá ao individuo o reconhecimento de sua auto-alienação e a posse de sua verdade, incorporando ao eu autoconceito, agora mais fluido. Os aspectos negados de si mesmo.

CONCLUSÃO

Rogers considera o indivíduo como um todo que ao viver a sua experiência, introjeta e vive como sendo seus, muitos dos valores das pessoas que lhe são significativas na infância, contribuindo, assim, para a formação do seu autoconceito, muitas vezes, incongruente com a sua experiência organísmica total. Freud, por sua vez, destaca o aspecto psicossexual, na sua teoria do desenvolvimento humano, dividindo-o em três estágios pré-genitais, no período de latência e na fase genital.

Tanto Freud quanto Rogers consideram a influência de pessoa que são significativas ao individuo durante o seu desenvolvimento e, posteriormente no seu relacionamento adulto. Já, na elaboração de suas teorias, propriamente ditas, o comportamento do individuo adulto, é explicado por Freud a partir do modo como o indivíduo viveu o seu complexo de Édipo, sobretudo, e as diversas fases do seu desenvolvimento psicossexual. Rogers, por sua vez, o explica a partir do modo como se processou, no individuo, a formação do seu autoconceito – se do modo mais coerente ou menos coerente com a sua experiência organismica total.

Segundo Freud, o núcleo da neurose é o complexo de Édipo, Rogers, por outro lado, acredita que o comportamento neurótico é fruto da dissociação da tendência atualizante, decorrente de um nível elevado de desacordo interno[17], vivenciado pelo indivíduo. Tal tendência ao se dividir, busca atender, de um lado, a necessidade do organismo como um todo; e do outro, a idéia que o indivíduo faz de si mesmo.

Notas de rodapé, convertidas em notas de fim de texto:

1- A autora, é professora-adjunta do Departamento de Psicologia da UFPE

2- Laplanche@Pontalis, 1976, p,619

3- Kline, 1988, p,19

4- O complexo de castração diz respeito ao medo inconsciente que o menino parece ter da vingança paterna que, em represália a seu amor incestuoso pela mãe, poderá castrá-ço,

5- Fadiman&Frager, 1968,p,15

6- Dolto, 1972,p,28

7- Kline, 1988, p,41

8- Rogers&Wood, in Burton, 1978,cap. 7 p.197

9- Cf. Gusmão. 1972, texto “Empatia: Fato e Magia” (com pequenos acréscimos), aceito para publicação na Revista Vivência da UFRN. Apresentado pela autora no I Conhecimento em debate, promovido pelo CCHLA da UFPB e no V Encontro Nordestino da Abordagem Centrada na Pessoa, em Natal.

11- Rogers&Wood, in Burton,1978, cap.7 p.197.

12- Subcepção significa percepção subliminar vista num contexto fenomenológico.

13- Rogers&Wood, in Burton,1978, cap.7 p.198

14- op.cit.p.198

15- Rogers, in Evans, 1977, p.50

16- Rogers&Wood, in Burton,1978, cap.7 p.198

17- Desacordo interno, para a ACP, significa a incoerência, no indivíduo, entre o seu autoconceito (eu) e sua experiência organísmica (a totalidade do seu ser).

Bibliografia

Burton, Arthur (1974). Teorias Operacionais da Personalidade. Rio de Janeiro, Imago Ed. 1978.

Dolto, Françoise. Psicanálise e Pediatria. Zahar Ed. Rio de Janeiro, 1972

Evans, Richard I. (1975) Carl Rogers: o homem e suas idéias. São Paulo. Martins Fontes, 1979

Fadiman, James & Frager, Robert (1976), Teorias da Personalidade, São Paulo, HARBRA, 1986.

Freud, S. Resumo das Obras Completas. Rio de Janeiro. São Paulo. Livraria Atheneu, 1984

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Justo, Henrique, Carl Rogers, Livraria St° Antonio, Rio Grande do Sul 1978, 4 edição

Kline, Paul (1984), Psicologia e Teoria Freudiana, Rio de Janeiro, Imag ed,1988.

Laplanche J. L. & Pontalis J. B.(1967). Vocabulário de Psicanálise, Lisboa, Moraes Editores 1976, 3ª edição

May Rollo (1976). Eros e Repressão. Amor e Vontade. Petrópolis Vozes, 1982. 3ª edição

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Roger Carl & Kinget, G, Marian , Psicoterapia e Relacões Humanas, Belo Horizonte, lnterlivros, 1977

Trabalho apresentado ao VII Encontro Latino Americano da Abordagem Centrada na Pessoa, realizado de 9 a 16 de outubro de 1994, em Maragogi – AL — Brasil.