AIDS: UM APORTE PSICOLÓGICO NO ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA

CLÁUDIO SÉRGIO REIS MAFFIOLETTI

INTRODUÇÃO

O ser humano nasce e vive solitariamente entre os outros e as coisas, é impregnado pelos grupos com suas culturas, seus valores, crenças, atitudes, preconceitos e conceitos. Formas diferenciadas de olhar a existência de acordo com a região geopolítica onde se desenvolvem.

É nos outros que ele se espelha. Ele não pode ver a própria luz, a não ser diante do espelho, ou nas águas movimentadas, às vezes turvas, dos rios, lagoas; passado, presente e futuro por se revelar.

A cultura produz um estado de bem estar, aparente segurança, que chamamos de saúde. Mas, também, produz um mal-estar que nos mostra a nossa fragilidade, que nos lembra a proximidade da morte, a doença.

Podemos desejar ser sempre fortes; os fazeres, saberes, pensares e sentimentos construídos na prática produtiva e reprodutiva nesse sistema neoliberal vendem a ilusão de uma fortaleza e saúde como modelo ideal.

Mas, todos têm de enfrentar os revezes da vida. Um dia a doença bate a sua porta vestida do manto do nojo, encapuzada de dúvidas, com o hálito da morte.

A história da varíola que o diga, a morte também dos ricos poderosos serviu de alerta para os adormecidos sentimentos de compaixão e as atitudes de solidariedade.

Alguns processos de adoecimento são mais aceitos que outros, dependendo da sua etiologia das condições de tratamento e cura.

A varíola desapareceu, pelo menos momentaneamente, do nosso convívio. Porém outras doenças continuam ceifando vidas, desestruturando famílias, grupos éticos, e um número ameaçador de cidadãos de países, continentes.

1. O DILEMA DA VIDA E DA MORTE

Outro fato sobre a morte, para a angústia humana, é que não sabemos quando e nem de que maneira isso acontecerá. Existimos, portanto, como todos os seres viventes, cumprindo um desígnio em muitas dimensões desconhecido.

E temos, portanto, que experienciar o nosso existir, assim, a cada momento precisamos nos cuidar.

Diante da fragilidade da espécie, aprendemos a desenvolver a nossa parte intelectiva, desenvolvemos com nossos fazeres, a cultura. Ela é o sentir, o pensar e o agir de pessoas, grupos, categorias e classes sociais.

Nos últimos cinqüenta anos, premidos pela pressão do sistema de produção capitalista neoliberal, onde tudo e todos tornam-se mercadoria, passamos a dar prevalência a racionalidade, insistindo na importância dos processos cognitivos, na eficiência e na eficácia da soluções práticas, mecanicistas, lógicas. O modelo da normalidade, acertivo, competitivo, pretende eliminar o ensaio e o erro.

No entanto, diante do olhar mais crítico, essa ilusão revela a sua contradição. Mesmo com todo o foco voltado para a racionalidade, para o materialismo como solução efetiva para o ser-estar do mundo, a vida humana continua com um pé na existência e outro na sua transformação.

Como somos paradoxais, nos limites de cada ato encontramos a sua negação. A humanidade é dual, a escolha sempre está presente.

Possivelmente, dentre as civilizações erguidas pela humanidade, a contemporânea tenha evoluído bastante. A ficção da qual se dizia que a vida corre atrás, encontrou-se com as ciências. Aquilo que é resultado da evolução da espécie já foi reproduzido em laboratórios. Aparentemente já não se morre de forma tão imediata, a velhice é mais prolongada, a socialização dos produtos e formas de produção necessárias a sobrevivência acolher maior número de pessoas.

No entanto, dialeticamente, multiplicaram-se os tipos, origens e conseqüências da miséria; a violência e o medo coabitam ordenada, anônima, orquestradamente ameaçadoras; mesmo que os esforços estatais, a mídia e a propaganda política as anuncie desordenadas e marginais, enfim, fora de controle.

Como a divisão do átomo, que rompeu com o paradigma newtoniano, reforçou, também na cultura e nas ciências, a fragmentação dos saberes, fazeres, pensares e sentires; e como a toda ação corresponde uma reação, o eterno retorno nem sempre é doce.

A globalização exauriu as condições de humanização, ocupando todos os espaços do ser-estar dos indivíduos, e enfraqueceu-os individual e socialmente, sugando-lhes o poder de potência e a fluência e versatilidade criativa.

Como não vivemos só de sucessos, mas também de fracassos, de luz mas também de escuridão, desafios e ameaças, temos que encontrar ou construir formas de sobrevivência para a espécie humana.

2. O BINÔMIO SAÚDE-DOENÇA

Não somente as ameaças dos acontecimentos da natureza desafiam as nossas condições de produção e reprodução da espécie, mas também as doenças.

A doença é o lado sombrio da vida, uma espécie de cidadania onerosa. Todas as pessoas vivas têm dupla cidadania, uma no reino da saúde e outra no reino da doença (SONTAG, 1989).

Talvez a primeira evidência de uma epidemia, segundo Farrel (2003), date de antes da era cristã com a varíola, há 5000 anos atrás.

Durante os últimos séculos várias doenças vêm atacando os seres humanos, provenientes de diferentes etiologias, mas com efeitos ameaçadores. Algumas não contagiosas, como o câncer, a tuberculose, as cardiopatias, as insuficiências do fígado, baço, rins, a gota, diabetes etc. Outras infectocontagiosas como a varíola, o sarampo, a gripe, a sífilis, as hepatites A, B e C, e a AIDS.

As primeiras podem ter uma origem genética, as segundas são contraídas no processo de existência com os outros e com as coisas.

Cabe aqui fazer referência também ao alcoolismo e ao uso das drogas que, até onde se sabe, podem ser contraídos hereditariamente, mas que são desenvolvidos socialmente e podem servir de acesso a algumas das doenças acima referidas.

Os outros e as coisas são a medida do existir humano, da mesma maneira que nos dão continuidade, ameaçam desorganizá-la, destruí-la.

3. A IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA

A espécie humana, o homo sapiens, diferencia-se das demais espécies por haver desenvolvido duas circunvoluções à mais no cérebro, o que parece ter-lhes permitido desenvolver a linguagem e aprimorar as formas de convivência grupal.

Os processos de comunicação permitiram-nos buscar sinais que expliquem, justifiquem a história do homem através dos tempos.

A procura de compreender os caminhos percorridos pela humanidade na busca de sua preservação, trabalham com o corpo e imagens dele em atividades, movimentos.

Uma história da utilização de metáforas referentes ao corpo, nesse nível poderoso de generalidade, incluiria muitas imagens provenientes de outras artes e da tecnologia, notadamente a arquitetura… Algumas têm uma ressonância científica considerável, por exemplo, a idéia do corpo como uma fábrica, uma imagem do funcionamento do organismo sob o signo da saúde, e a do corpo como uma fortaleza, uma imagem que abrange a catástrofe… A imagem da fortaleza tem uma longa genealogia pré-científica, servindo a própria doença como metáfora para a mortalidade, da fragilidade e vulnerabilidade do homem (SONTAG, 1989).

Assumimos aqui as imagens acima pelo poder que elas exercem nas representações sociais e preconceitos, que asfixiam os comportamentos e as atitudes presentes nas relações sociais, conseqüentemente nas formas de lidar com o binômio saúde-doença de indivíduos e grupos.

Ao longo da formação dos pensamentos, atitudes, preconceitos e ideologias a palavra, o átomo do diálogo, é a âncora dos significados atribuídos aos fazeres.

No princípio era a palavra, e a palavra se fez carne, tempo mítico (metáfora)… A palavra é masculina: A fala se projeta como “falus”, eleva-se e penetra, a fim de dar prazer e engravidar… Pela palavra introduzo meu sémen em outro… ouvir é feminino. O ouvido é um vazio, concha, um convite à palavra que lhe trará prazer e vida (ALVES, 2000).

O verbo é aquilo que fala sobre a ação ou estado do corpo, e a AIDS não é somente uma metáfora. O corpo é o lugar, espaço-tempo, sobre o qual, desde o nascimento e até a morte, constroem-se representações, impõem-se ideologias, e recai o preconceito, nesse tornar-se em saúde-doença. O corpo contrai a doença que passa a habitá-lo.

Estritamente falando, o termo AIDS – Síndrome de Imunodeficiência Adquirida – não designa uma doença, e sim um estado clínico, que tem como conseqüência todo um espectro de doenças. Ao contrário da sífilis e do câncer, que fornece protótipos para a maioria das imagens e metáforas associadas à AIDS, a própria definição de AIDS requer a presença de outras doenças, as chamadas infecções e malignidades oportunistas. Mas ainda que, nesse sentido não seja uma doença única, a AIDS pode ser considerada como tal – em parte porque, como a sífilis e ao contrário do câncer, se acredita que ela tenha uma causa única (SONTAG, 1989).

4. A PANDEMIA DA AIDS

A sigla AIDS quer dizer síndrome, que significa conjunto de sinais e sintomas que se apresentam simultaneamente. Imuno, refere-se ao sistema imunológico, a defesa do organismo sobre elementos agressores externos ou internos; deficiência, carência ou enfraquecimento do sistema acima e adquirida no contato com uma condição transmissora específica.

Desde 1985 quando essa condição de perda ou queda de imunidade instala-se em um preocupante número de indivíduos, diante da impossibilidade da cura, carrega nas tintas da foice, da morte.

Diante do que se conhece sobre a AIDS, o fato da transmissão se dá pelo contato sexual, pelo uso de drogas injetáveis, pelas transfusões sangüínea, ou na verticalidade (transmissão de mãe para feto), como também, a resistência aos tratamentos até então conhecidos, e o fato que o vírus parecer ser dotado de uma inteligência adaptativa capaz de promover mutações de acordo com o organismo infectado, imprimiu à AIDS a imagem de marginal e/ou invisível.

Até num único ser humano, durante toda a progressão da infecção, o HIV registra uma mutação significativa e a pessoa desenvolve muitos estipes ligeiramente diferentes do vírus.

Primeiro, grande número de homossexuais masculinos, depois algumas mulheres e crianças. A evolução da epidemia rapidamente muda o quadro de grupo de risco para comportamento, construindo em torno dos portadores do vírus uma aura pecaminosa, ameaçadora e vergonhosa. Justifica-se aí a frase da música “ideologia”, do cantor brasileiro Cazuza: “O meu prazer agora é risco de vida”.

Na década de 80, o alastramento da doença criou as condições para o Banco Mundial prever que 1,2 milhões de brasileiros seriam infectados até o ano 2000. Embora o Banco Mundial tenha errado na previsão, porque a sociedade civil através dos militantes e ativistas insistiram junto ao governo; e através de propagandas nos rádios, jornais e televisões, nas escolas e ambientes de trabalho, conseguiram reduzir o número pela metade. A expansão da epidemia incentivou na busca de modelos de tratamento, e nas pesquisas das drogas apropriadas ao combate. No entanto, em outros países, com condições sócio-políticas diferentes, a previsão foi superada em até o dobro, caracterizando a pandemia.

A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), emergiu no ano de 1980 como a epidemia mais assoladora dos tempos modernos, assemelhando-se à “morte negra” ou peste bubônica da idade média na Europa, que vitimou milhares de pessoas (JACKSON, 2004).

Embora não seja fundamental ao desenvolvimento desse artigo, pode ajudar a compor o quadro, a referência à luta entre os laboratórios e países para garantir para si o monopólio das patentes dos remédios e das políticas de enfrentamento da epidemia, dificultando o acesso das pessoas e países pobres ao tratamento.

O fato é que a AIDS continua a se expandir, e ameaça populações de países inteiros, quiçá, infelizmente de continentes. A cada dia 14 mil pessoas são infectadas e 8 mil vêm a óbito. No Brasil, da população jovem portadora do vírus, 60% contraiu com transmissão vertical e dos usuários de drogas injetáveis, 40% é soro positivo, e a questão dos comportamentos de risco continua.

Há oito anos atrás, em 1996, o mundo ficou sabendo que havia drogas capazes de combater a multiplicação do vírus, os inibidores da protease. O estudo de casos identificou que devido a condição inteligente do vírus, bem como sua versatilidade, condicionam o tratamento a sofrer adaptações dentro da relativa relação corpo eficácia dos remédios.

O que se conhece hoje é que a AIDS continua matando, que quem se submete ao tratamento passa de condenado ao falecimento em curto tempo, para portador de uma condição de imunodeficiência enquanto viver.

Há contudo, regiões economicamente exploradas pelos colonizadores do nomeado primeiro mundo; composto por países, grupos econômicos e governos totalitaristas, que por questões muito denunciadas como as guerras, ou prevalências sócio-culturais como o princípio da propriedade privada; que necessitam de implantar políticas e sistema de atendimento de imediato aos portadores de HIV, além de adquirir condições de acessibilidade às vacinas e a construção de um sistema de apoio e sensibilização para a compreensão e enfrentamento do desafio.

5. O ACOMPANHAMENTO DA EPIDEMIA – ALGUMAS CONDIÇÕES NECESSÁRIAS

O combate a epidemia envolve condições econômicas, políticas sociais, compromisso da sociedade civil e uma propaganda eficaz.

Os indivíduos que são acometidos por doenças sexualmente transmissíveis ou por drogas injetáveis, passam a ser tratados com preconceito como se fossem abomináveis. Após o diagnóstico positivo vivenciam momentos de pânico diante da ameaça da vida, sentem-se injustificados, muitas vezes são rejeitados na família, no trabalho, nos grupos de amigos. Têm portanto que reencontrar um elã vital, reconstruir sua dignidade, buscar novas redes de relacionamento.

No que diz respeito ao enquadramento deste artigo, ao enfoque psicológico, nos ateremos a indicar algumas condições necessárias ao enfrentamento e ao comportamento da epidemia a esse nível.

Tudo leva a crer que o vírus da varíola só existia nesse momento em laboratórios e que nenhum acometido de loucura venha a utilizá-lo como bomba biológica contra algum país. Mas as investidas de países, pessoas e da sociedade civil contra a varíola precisa ser reeditada no caso das outras doenças como a AIDS, a malária, a hepatite B e C, a tuberculose, o alcoolismo, a hantavirose; como também as cardiopatias, os acidentes vasculares cerebrais e outras doenças hereditárias ou desenvolvidas no trabalho.

A humanidade precisa reconhecer-se também frágil, vulnerável, incompleta. A ilusão do homem de aço pode terminar em cadeira de rodas ou com o mal de Parkson. O cuidar tem que ser permanente, incentivar as políticas de prevenção, diagnóstico, tratamento dos portadores de HIV é premente. A condição de interdisciplinaridade e de transdisciplinaridade requerida para a compreensão e combate a epidemia permite olhar o cidadão como uma construção social.

A idéia de homem construída nas sociedades atua no desenvolvimento de cada um de forma específica e na de todos de forma normativa. Para isso eles se utilizam da educação, das ideologias, das crenças e costumes, e da pressão econômica.

Politicamente situado, considerar o indivíduo um fato social é respeitá-lo como um ser histórico, socialmente construído, cultural e biologicamente determinado, possuidor de um imaginário e de uma estrutura física complexa.

Todos os indivíduos são desenvolvidos dentro de uma pluralidade psico-social. O desenvolvimento de um repertório variado de representações que são condicionadas, um conjunto de atitudes diante da existência que, ao mesmo tempo que lhe dá uma condição avaliativa protetora, o aprisiona ou congela, como no caso dos preconceitos e crenças. E também de um complexo sistema de hierarquias e valores.

O indivíduo precisa ser visto em sua totalidade como um fato social em constante desenvolvimento, e reconhecer que o binômio saúde-doença, vida e morte fazem parte do risco de viver.

Considerar o indivíduo na sua complexidade, com direito e condições a um projeto viável de vida, com respeito incondicional e acesso à saúde pública, é um postulado que indica um modelo de humanismo a ser trabalhado com os portadores do vírus, aqueles acometidos pelas doenças oportunistas, profissionais cuidadores, multiplicadores e familiares.

Também o interior deve ser trabalhado. O indivíduo processa sua cidadania não somente como trabalhador, consumidor. Para além disso, a mudança de paradigma indica para a auto-descoberta em busca das origens, das estruturas, do movimento, da unificação do fragmentado, na convivência dos contrários.

O contato consigo mesmo, a autodescoberta, bem como a auto-estima, o amor próprio são componentes importantes para o equilí brio imunológico. Sabe-se hoje dos malefícios ocasionados pela depressão psicológica, outra doença da contemporaneidade. Na busca de contato com suas manifestações interiores os indivíduos compreendem-se em movimento, em processo diante da existência, trafegando entre o viável e aquelas experiências tão desafiadoras que lhes parecem intransponíveis.

Uma postura importante é a da abertura para experienciar-se no contato com os outros e com as coisas. Dessa forma, os seres humanos desenvolvem uma segurança interna para lidar com suas potencialidades e limitações à cada momento.

A autodescoberta constrói uma coerência que permite organizar um referencial interno e externo diante das mudanças espaço-temporais advindas do meio-ambiente e dos processos sociais.

Esse desejo de inteireza, busca de coerência, o transporta através dos contatos com os familiares e os demais construindo elos solidários, e projetos ousados objetivando a superação dos conflitos.

A convivência com grupos de pares com referências mais confiáveis que lhes permitam ser aceitos como são, criam ambientes abertos para a crítica da tecnologia e das ciências, dos credos, das ideologias e dos preconceitos; gerando as condições necessárias aos processos de mudança.

Por fim, as condições anteriormente apresentadas e discutidas são necessárias para todos os indivíduos, uma vez que são criados sob o impacto da cultura que os invade e impondo-lhes modos de ser-estar e pensar.

A sensibilização, hoje ainda bastante evitada e permeada de dúvidas, abre espaço para a adesão, condição essencial para a aceitação e desenvolvimento da prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos seres adoecidos e de seus pares, sejam eles familiares, grupos sociais e/ou, mais especificamente cuidadores.

Dos instrumentos utilizados, a fala e a escuta são veículos fundamentais para uma imersão cuidadosa e saudável, permitindo a revelação, discussão e crítica ao momento vivido no aqui e agora.

A sociedade globalizada, neoliberal e empoderada precisa ser vista com criticidade, escutar e discutir como ela interage com os diversos grupos e indivíduos, é que vai permitir-nos trabalhar quantitativa e qualitativamente o momento da humanidade, gerando condições para um salto qualitativo, necessário a sobrevivência da espécie e melhoria da qualidade de vida.

REFERÊNCIAS

ALVES, Rubem. (2000) Lições de feitiçaria. São Paulo: Loyola.

FARREL, Jeanette. (2003) Pestes e epidemias. Tradução Maulo Silva-Paulo. São Paulo: Ediouro.

SONTAG, Susan. (1989) AIDS e suas metáforas. Tradução Paulo Henrique Britto. São Paulo: Cia. das Letras.

Apresentado no VI Fórum Brasileiro da Abordagem Centrada na Pessoa – Canela RS – 9 a 15/10/2005