Equoterapia e Abordagem Centrada na Pessoa: Uma abordagem terapêutica em direção ao crescimento humano

Renata Beatriz da Silva

Resumo: Este artigo traz o relato do processo terapêutico de um atendimento de equoterapia com a proposta de uma abordagem não diretiva. Tem o objetivo de ilustrar através de um estudo de caso a aplicação dos princípios da Terapia Centrada na Pessoa (T.C.P.), em um campo da psicologia que vem ampliar a atuação do psicólogo na área da saúde, através do tratamento complementar da Equoterapia. Além de apresentar os conceitos introdutórios da Equoterapia, estabelece algumas relações possíveis com a T.C.P., propondo a associação dessas duas práticas como uma forma de ampliar a consistência e os benefícios alcançados.

Palavras Chave: Equoterapia, Terapia Centrada na Pessoa , estudo de caso, Não diretividade.

Introdução:

Este artigo apresenta através de um estudo de caso alguns aspectos de integração entre a Terapia Centrada na Pessoa (T.C.P.) e a equoterapia. Realça os princípios da T.C.P. utilizados, além de uma técnica, como pressupostos para outras atividades que também pertencem a área clinica. Tem o intuito de viabilizar uma maior compreensão das possíveis relações existentes nessa atividade. Para isso faz-se necessário uma breve apresentação das definições que envolvem a prática terapêutica da equoterapia, visto que, este trabalho é dirigido especialmente a psicólogos que estão envolvidos com o a Abordagem Centrada na Pessoa.

Essa relação entre a abordagem centrada na pessoa e equoterapia já foi apresentada no I Congresso Ibero-Americano de Equoterapia e III Congresso Brasileiro de Equoterapia em 2004 em Salvador,BA. Arruda (2004) apresentou a compreensão de um caso, a partir do referencial da teoria de Carl Rogers destacando, a importância dos fundamentos da T.C.P., principalmente no que refere a visão de homem e das atitudes facilitadoras para o entendimento e desenvolvimento do processo terapêutico, promovido através da equoterapia quando guiada pelas concepções humanistas.

Além de dar continuidade a reflexão sobre a temática, busca-se oferecer uma nova perspectiva na atuação, tanto do psicólogo, quanto na orientação para os profissionais da equipe interdisciplinar envolvidos no contexto da equoterapia. Pretende-se apontar as semelhanças existentes entre a T.C.P. e a equoterapia a fim de esclarecer os aspectos em que ambas se complementam, tornando-as ainda mais consistente. Logo o relato de algumas experiências mostrando essa integração será essencial para realizar uma estimativa a respeito dos seus benefícios.

Equoterapia:

A equoterapia é um método terapêutico educacional que utiliza o cavalo como mediador e motivador terapêutico, sendo assim reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina. É uma ciência que através do trabalho interdisciplinar envolve profissionais nas áreas da saúde, educação e equitação e tem como objetivo o desenvolvimento biopsicosocial de pessoas portadoras de deficiências ou com necessidades especiais (Ande, 1999). É entendida também como um conjunto de técnicas reeducativas que agem para superaração de danos motores, sensoriais, cognitivos e comportamentais através da atividade lúdica-desportiva com o cavalo (Cittério,1999).

O trabalho na equoterapia ocorre a partir de uma visão global do desenvolvimento humano, sendo fundamental a atuação de uma equipe interdisciplinar. Os profissionais que podem fazer parte da formação dessa equipe são: médico, psicólogo, instrutor de equitação, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, educador físico, pedagogo, fonodiólogo. A composição mínima deve ser de três profissionais sendo um de cada área: saúde, educação e equitação (Ferrari, 2004).

A importância do psicólogo na atuação junto a equipe interdisciplinar é reforçada pelo trabalho de Hesse e Mota (2004) apontando-o como profissional habilitado para compreender e intervir junto a família, assim como na orientação da equipe, potencializando o atendimento na equoterapia de forma global.

O uso das técnicas da equitação como agentes promotores de ganhos físicos, psíquicos e sociais reforça a visão da equoterapia enquanto método que viabiliza o desenvolvimento das potencialidades de cada praticante. O respeito diante das limitações promove, à auto-aceitação, estimula a integração social, portanto o crescimento (Severo 1999). Também se destaca a equoterapia enquanto promotora de ganhos neurológicos, e atividade que exige do praticante um planejamento e uma criação de estratégias diante do cavalo.

RELAÇÃO ENTRE TERAPIA CENTRADA NA PESSOA E EQUOTERAPIA :

Tanto a T.C.P. quanto a equoterapia têm como objetivo oportunizar o desenvolvimento pessoal, acreditando nas forças internas do desenvolvimento humano. Esse aspecto é apresentado por Rogers (1983), enquanto tendência atualizante, eixo fundamental de sua teoria.

As condições facilitadoras para a mudança terapêutica apresentada pela teoria de Carl Rogers (1983), podem estar presentes em qualquer ambiente em que duas pessoas estejam em contato. Na equoterapia é possível identificar a presença das condições necessárias e suficientes se estabelecendo já no primeiro contato. O cavalo pode ser considerado o promotor natural destas condições, pois frente à nova situação de montar, ocorre o imediato encontro entre praticante e terapeuta e o possível sentimento de vulnerabilidade do praticante, que são as duas primeiras condições estabelecidas por Rogers (1997) como essenciais para o processo terapêutico:

1- “Que duas pessoas estejam em contato psicológico;

2- Que a primeira a quem chamamos cliente, esteja num estado de incongruência, estando vulnerável ou ansiosa” (Rogers,1997 p.159-160).

A segurança por parte do terapeuta diante do cavalo, seu instrumento de trabalho, é necessária para que possa estar tranqüilo e integrado na relação. Cumpre-se assim a terceira condição “Que a segunda pessoa a quem chamaremos de terapeuta esteja congruente ou integrada na relação” (Rogers1997 p.159-160).

A visão sem julgamentos (aceitação incondicional), a empatia e a congruência do terapeuta são utilizadas para o estabelecimento da relação na equoterapia afim de facilitar a comunicação e o vínculo. Isso faz com que se cumpram também as demais condições propostas por Rogers (1997):

“Que o terapeuta experiencie consideração positiva incondicional pelo cliente;Que o terapeuta experiencie uma compreensão empática do esquema de referência interno do cliente e se esforce por comunicar essa experiência ao cliente e Que a comunicação ao cliente da compreensão empática do terapeuta e da consideração positiva incondicional seja efetivada, pelo menos num grau mínimo.” (Rogers, 1997 p.159-160):

A aproximação entre cliente-cavalo ocorrerá no ritmo do praticante, respeitando os princípios da T.C.P. Mesmo que o praticante na equoterapia deseje andar a cavalo é necessário aguardar o momento em que se sinta seguro para esta aproximação. Da mesma forma ocorrerá a interação com os membros da equipe interdisciplinar . A maneira como cada praticante irá conduzir a sessão ou como irá se relacionar com os terapeutas será única e individual, tanto no ambiente da equoterapia quanto da psicoterapia.

Logo o trabalho do psicólogo na conscientização da equipe interdisciplinar para o atendimento não diretivo e centrado na pessoa é fundamental. Suas intervenções servirão de modelo para que todos possam atuar na mesma direção.

Na equoterapia a aproximação acontece de forma gradual, porém, se estimula o praticante a dirigir-se ao cavalo, colocando a atividade da equitação como um dos aspectos estruturais do atendimento. Não é obrigatório que o praticante esteja todo o tempo montado a cavalo. Na psicoterapia se coloca a sala como aspecto estrutural à sessão. O fundamental em ambas a s práticas é que o cliente possa estar em relação.

Uma das premissas básicas da T.C.P. é a crença de que o terapeuta cria uma relação permeada de calor, compreensão, segurança e aceitação, nesse momento o indivíduo é capaz de se reorganizar, e redirecionar seu comportamento em um caminho construtivo. O desenvolvimento ocorre sem que o terapeuta necessite guiar ou conduzir o cliente neste processo (Rogers, 1946). No contexto da equoterapia, significa observar os sentimentos e necessidades do praticante com respeito e aceitação. Deve-se atentar para a realidade das pessoas com necessidades especiais sem deixar de acreditar nessa tendência a um desenvolvimento pleno.

Arruda (2004), ao centrar o atendimento nas necessidades do praticante oportuniza uma liberação do seu fluxo ao desenvolvimento, otimizando as suas atualizações e integração com o cavalo. Freire,H. (1999) descreve esse processo alcançado com a equoterapia através da recuperação do sentimento de segurança e auto-estima. Que são observados nos esforços para autonomia, adaptação, controle emocional, capacidade de determinação, estimulo a coragem e a expressividade do praticante.

Assim como na ludoterapia o brinquedo é o meio em que se estabelece a relação terapêutica (Axline,1982), na equoterapia o cavalo vem a desempenhar esse papel. O que não impossibilita a utilização de outros materiais lúdicos juntamente com a atividade a cavalo. A equoterapia vista como uma atividade lúdica potencializa a mesma qualidade da relação estabelecida no ambiente do consultório.

A equipe interdisciplinar, na maioria das vezes, utiliza um plano terapêutico que é elaborado a partir da discussão de cada caso, para desenvolver algumas atividades mais dirigidas. Estas atividades são propostas seguindo o referencial e visão da equipe que busca desenvolver com enfoque mais diretivo. Esse planejamento do processo terapêutico na equoterapia é fundamental para que haja a real troca entre os profissionais, porém na prática serão efetivamente realizadas se o praticante assim desejar e estiver de acordo. Ressalta-se a atenção necessária para a direção do processo, mantendo o respeito pela pessoa e seguindo os princípios da TCP.

É possível encontrar uma forma de planejar e projetar um processo de desenvolvimento dos praticantes em equoterapia, assim como sugere a literatura e o trabalho interdisciplinar. Porém sem perder a noção de que o verdadeiro caminho para alcançar essas potencialidades será indicado pelo praticante.

No entanto na psicoterapia centrada na pessoa não há uma preocupação em planejar as atividades ou de desenvolver um plano terapêutico. Apresenta-se aqui uma diferença importante a ser considerada em relação a equoterapia.

Se, na equoterapia, houver a possibilidade oferecer ao praticante a escolha do caminho a ser seguido (ou atividades que deseja realizar), se estará realizando um atendimento de “Equoterapia Centrados na Pessoa do Praticante”. Confiantes que isso trará resultados ainda mais surpreendentes, já que em equoterapia, freqüentemente os jogos e brincadeiras são propostos pelo terapeuta, pode- se assim experimentar confiar na tendência e na direção do cliente.

Os limites na sessão de equoterapia são colocados da mesma maneira que no ambiente da T.C.P. de acordo com a necessidade de manter a integridade e segurança do cliente. Observamos que no setting da equoterapia os riscos são maiores devido à atividade ser realizada ao ar livre e estar lidando diretamente com o cavalo, havendo alguns cuidados a serem tomados para manter a segurança do praticante.

O relato de um caso

Este é o relato de um caso de atendimento em equoterapia que venho acompanhando há aproximadamente oito meses, dentro desse referencial centrado na pessoa. A praticante a quem chamarei de Eva (nome fictício), tem 10 anos, é filha única e ainda está na primeira série. Durante a entrevista de anamnese realizada pelo médico neurologista, a mãe relatou que durante a gestação teve citomegalovirus. O que provocou o nascimento prematuro de Eva com 5 (cinco) meses. A menina apresenta certa paralesia nas cordas vocais, tendo dificuldade para falar. Também há indicações de atraso do desenvolvimento cognitivo gerando dificuldade de aprendizagem e dificuldades nas relações. Quando pequena também apresentou episódios com crises convulsivas, tendo o último ocorrido a mais de 2 dois anos.

Na primeira entrevista o contato foi com Eva e sua mãe. Ela brincou com alguns dos recursos que disponibilizamos na sala, como: os blocos de madeira, com os bonecos e animais de pano e material de desenho (papel e giz de cera). Foi possivel observar que toda vez em que a convidávamos para ir até os cavalos, apenas fazendo menção de conhecê-los e olhar as baias, Eva demonstrava que não queria ir. Começava a chorar e a convidava a mãe para ir embora, se dirigindo para o lado oposto ao lado onde ficavam as baias, demonstrando estar com medo para se aproximar do cavalo.

Três meses se passaram até o primeiro atendimento. O pai de Eva neste intervalo comprou um pônei com o qual ela passou a interagir, realizando uma aproximação. O envolvimento da família para oportunizar essa aproximação com um pônei colaborou muito para o processo, pois diminuiu o medo que ela apresentava no momento da primeira entrevista.

Na primeira sessão Eva perguntava “Não morde?” sic. Parecendo receosa e com medo de se aproximar do cavalo, com medo que ele mordesse. Recordo que ela segurava em minha mão e ao mesmo tempo parecia querer se aproximar do cavalo, pois dizia: “Eu subi?Não morde ?” sic. Perguntei a Eva quem iria subir no cavalo e ela apontou para mim. Refleti para ela se queria que montasse com ela e ela sacudiu a cabeça concordando com essa idéia. Eva foi quem indicou quem montaria primeiro e também indicou o caminho por onde andamos. Ela passou a sessão com as duas mãos segurando na sela.

Na 2º sessão iniciamos o atendimento e ela ainda dizia “não morde… eu subi ?… não morde ?… eu subi?”. Da mesma forma que na primeira sessão ela pediu que montasse com ela, porém, no meio da sessão percebi que ela estava sentindo-se apertada na sela por estarmos nós duas montadas no cavalo. Assim refleti que parecia estar apertado nós duas ali e questionei o que iríamos fazer. E logo em seguida ela respondeu “tu desce” … desejando permanecer sozinha em cima do cavalo, continuou assim até o fim da sessão.

É possível observar que esperamos o movimento de Eva para a resolução da situação que estávamos vivendo, em que ela determinou como seria. E apartir daquele instante passou a montar sozinha e ao final da sessão queria permanecer com a brincadeira sem a intenção de que aquele momento chegasse ao fim.

Na 3º sessão ocasionalmente trocamos de cavalo e Eva chegou dizendo “eu subi no cavalo” demonstrando que ela queria montar. Ao nos aproximarmos ela perguntou: “não morde?” buscando sentir segurança para se aproximar-se, foi possível aguardar a iniciativa dela em chegar mais preto do cavalo permitindo que Eva tivesse o seu tempo para então montar. E no decorrer da sessão pode também decidir as brincadeiras que faríamos.

Nas sessões seguintes foi possível observar que houve por parte de Eva a aceitação dos membros da equipe e melhora das relações familiares convidando a mãe e a avó para participar das sessões de equoterapia.

Houve algumas sessões em que ocorreu a inserção de novos brinquedos, Eva trouxe para sessões cadernos e estojo com lápis e borracha e também uma bola. Em momentos diferentes de acordo com a sua vontade ela pode experimentar a sua autonomia e também decidir e trazer para o atendimento outros materiais que estava com vontade de brincar no momento da equoterapia. Isto demonstra a liberdade e o respeito que há neste ambiente.

É possível também observar que as brincadeiras escolhidas por Eva se repetem ao longo das sessões mostrando a sua necessidade de trabalhar alguns aspectos como as ansiedades e seus sentimentos de capacidade através da brincadeira de esconder. Em alguns momentos ela apresenta-se mais agitada mudando rapidamente as brincadeiras sem conseguir permanecer durante um tempo em um determinado jogo. Porém a outras sessões em que consegue se concentrar plenamente e interagir com os terapeutas e familiares no decorrer da sessão.

Ao observar a interação de Eva com seus familiares durantes as sessões em que ela os convidava a participar pode-se perceber a necessidade de Eva aproxima-los deste meio em que ela é quem mostra o caminho a seguir. E a atitude deles em respeitar esse espaço, mas ao mesmo tempo, ainda tentando interferir no movimento de Eva.

A sessão de Equoterapia com um referencial centrado na pessoa oportuniza além da liberdade para o praticante expressar seus sentimentos e desejos, sem que haja a direção por parte do terapeuta, sendo neste caso o praticante o guia de seu próprio movimento. Como foi possível observar em duas sessões em que Eva trouxe de casa alguns brinquedos para o atendimento da equoterapia. A mãe relatou que a menina foi quem decidiu e preparou a mochila, separando os lápis, borracha e um caderno, com os quais interagimos durante esse dia. No outro momento resolveu levaria a bola, com a qual durante a sessão terapêutica jogamos seguindo o movimento de Eva.

Observo que o fator da mãe de Eva ter possibilitado que ela escolhesse em casa o material para traze para sessão e ter permitido esse movimento da menina foi fundamental para a continuidade desse espaço na equoterapia. Pode se dizer que a medida que Eva experimenta na sessão de Equoterapia a liberdade para fazer suas escolhas e isso lhe é permitido, conseqüentemente em casa passa também a realizar tentativas dessa mesma liberdade, aproximando, assim, a família também do seu movimento de maturação.

Considerações finais:

A aplicação da Terapia Centrada na Pessoa, ampliada para além do consultório sem perder o referencial clínico foi o tema da Monografia escrita pra a conclusão do curso de Especialização Clinica em Psicoterapia Centrada na Pessoa no Delphos Instituto de Psicologia Humanista, que serviu de base para a construção deste artigo. No qual retratamos através de uma experiência na equoterapia a viabilidade dessa ampliação do campo do profissional da psicologia.

O atendimento em equoterapia orientado pelo referencial centrado na pessoa possibilita a todos os profissionais da equipe aderir à mesma visão de homem. Criando uma unidade de linguagem e concepção, de quem acredita na capacidade do praticante em descobrir a direção do seu próprio desenvolvimento.

Assim, a experiência de observar e integrar os princípios da T.C.P. com a prática da equoterapia provoca novas discussões e desafios para trabalhos futuros. Além disso, somado a preocupação de gerar melhores resultados e eficácia no tratamento, sugere implicitamente, pensar sobre uma terapia em que a sua prática é prazerosa, unindo a adesão no tratamento ao lazer de montar a cavalo.

Dessa maneira, conclui-se que os estudos realizados permitiram que o trabalho do psicólogo na equoterapia seja fundamentado de maneira a se sedimentar enquanto mais uma área de atuação, que consegue manter os princípios éticos, científicos e principalmente, os promotores da saúde. E ainda reforça a abordagem centrada na pessoa como promotora de perspectiva para o trabalho interdisciplinar da equoterapia.

REFERÊNCIA:

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Psicóloga, Especialista em Psicoterapia Centrada na Pessoa pelo DELPHOS-Instituto de Psicologia Humanista, Mestranda em Psicologia Clinica da PUCRS, Bolsista CAPES

Apresentado no VI Fórum Brasileiro da Abordagem Centrada na Pessoa – Canela RS – 9 a 15/10/2005